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Mostrando postagens com o rótulo exercício cognitivo

Mudanças simples no estilo de vida podem proteger o cérebro de quadros demenciais

Sessões de estimulação cognitivas, estruturadas, visando fortalecer funções cognitivas preservadas, aliada a exercícios físicos e boa alimentação, auxiliarão o bom envelhecimento e preserva a reserva cognitiva. Veja no blog dicas para estimulação cognitiva. Fonte: Jornal O Globo RIO - Mudanças simples no estilo de vida simples podem salvar mais de 80 mil pessoas por ano de demência, conforme apontou um importante relatório mundial. A pesquisa sugere que medidas devem ser tomadas muito mais cedo na vida para combater doenças como o Alzheimer, em meio a evidências de que a deterioração do cérebro começa aos 40 anos. As conclusões do relatório serão apresentadas para a Cúpula Mundial de Inovação para a Saúde em Doha, em fevereiro, de acordo com o “Daily Telegraph”. O documento fez com que o ex-ministro da saúde Lord Dazi sugerisse para o público tomar uma atitude de “use-o ou perca-o” para a saúde de seus cérebros. O relatório afirma que 80.294 casos de demência poderiam ser impe...

Estimulação Infantil: mais dicas

Dicas do site: www.ehow.com.br Mostre e fale Bebês menores de seis meses não devem ser superestimulados com jogos e atividades. A maior parte de seu tempo será aproveitada olhando o mundo e descobrindo pelos seus cinco sentidos. A visão é uma das formas mais importantes de os bebês se desenvolverem cognitivamente. Mostre diferentes brinquedos simples ao seu bebê e fale sobre a aparência do brinquedo. Muitos brinquedos para bebês vêm em cores vibrantes, mas bebês pequenos não conseguem processar cores. Procure brinquedos pretos, brancos e vermelhos. Livros são outra forma de bebês aprenderem pela visão, embora eles não entenderão as histórias nessa idade. Sons e música O som é outra forma de os bebês aprenderem e aumentarem suas habilidades cognitivas ao reconhecerem diferentes padrões. Isso os ajudará a aprender a falar. Usar entonações na voz fascina e estimula os bebês. Varie sua voz usando tons altos e baixos. Isso pode parecer bobo, mas seu bebê vai gostar dessas di...

Como estimular a leitura desde cedo?

O hábito de ler deve ser inserido como uma atividade do cotidiano, atividade que deve fazer parte da rotina da criança e da família. As crianças começam a ser alfabetizadas formalmente aos 5 ou 6 anos, entretanto, não devemos esperar o momento escolar, formal, para iniciar a criança no mundo da leitura ou mesmo apostar que somente a escola conseguirá desenvolver um bom trabalho. A escola é apenas uma parte, uma ponta de educação de nossas crianças, e por isso, cabe suporte familiar nesta tarefa. Quanto mais cedo, melhor! Para que a leitura não seja chata, dicas! A leitura pode ser introduzida antes mesmo da alfabetização, desde que os materiais sejam adequados e tenha supervisão de um adulto. Com crianças de 8 meses, é possível utilizar livros para o banho, com material agradável, colorido e que suporta manuseio. Os pais podem contar as estórias, mostrar figuras, fazer sons!  A leitura deve ter caráter de lazer e não empregada como uma punição. Ambiente agradável, com boa...

Prancha para trabalhar atenção e discriminação

Para trabalharmos função atentiva e discriminação, podemos iniciar com treino cognitivo, através de formas simples e registrar: erros, acertos, tempo de reação e tempo total da atividade. Conforme o paciente for diminuindo o seu tempo, é possível sofisticar os estímulos e cada vez mais aproximá-los do estímulos do cotidiano (por exemplo: busca de objetos em casa, no supermercado...) Obs: não conheço a fonte, assim que possível indico aqui!

Pranchas para aprendizagem de comportamentos funcionais

Essas pranchas são utilizadas em estimulação infantil, principalmente com crianças com déficit de comunicação. É possível adaptar estas pranchas para tornar o dia-a-dia do idoso cada vez mais funcional. 1ª dica: Recortar as figuras e colocá-las fora de ordem e, através de instruções verbais, solicitar que o idoso coloque em ordem. Importante é minimizar erros, impedindo que o idoso "erre" a ordem.  2ª dica: Deixar na ordem próximo dos ambientes da residência: passo a passo antes de acorda (no quarto) na hora da alimentação, como pistas visuais. Obs: figura retirada do site:http://www.assistiva.com.br/ (Vale a pena a leitura do site!!)

Como trabalhar funções executivas no envelhecimento

As funções executivas são utilizadas a todo momento pelo ser humano, nos mais diferentes contextos. Estas funções incluem raciocínio lógico, criação e utilização de estratégia, capacidade de planejamento e gerenciamento, tomada de decisões. Além disso, as funções executivas são primordiais para organização e planejamento de ações, manutenção de iniciativa, estabelecimento e alcance de metas, bem como a reformulação destas quando não alcançadas. Durante o envelhecimento, é esperado que esta função apresente algum declínio e, em quadros patológicos, o comprometimento das funções executivas impactam diretamente no dia-a-dia. Seguem algumas sugestões de tarefas de estimulação e reabilitação das funções executivas.

Brasileiro esquece tudo a cada 4 dias, e anotações são sua memória

A reportagem abaixo me chamou a atenção por dois motivos: primeiro pela importância do diagnóstico correto para que as intervenções possam ser feitas e, em segundo lugar, pelo uso de uma estratégia de auxílio de memória tão útil e pouco utilizado por nós (terapeutas e pacientes). Boa parte do sucesso da reabilitação neuropsicológica está na presença de apoios externos, isto é, recursos que irão facilitar o cotidiano do nosso paciente. Exemplo de recursos externos: agendas (diária, semanal e mensal), alarmes (para beber água, tomar remédios ou mesmo para atividades externas) bilhetes do tipo post-it e calendários (que fiquem próximo ao paciente, na geladeira por exemplo). A grande questão é, que os apoios externos precisam ser incorporados pelo paciente, seu uso precisa ser sistemático e fazer parte da rotina. Uma grande falha dos reabilitadores é inserir um apoio externo, treinar seu uso e depois abandoná-lo, deixando que o paciente sozinho se responsabilize por ele. É imprescindí...

Treino cognitivo - parte 2

Mais sugestões para desenvolvimento de tarefas de treino cognitivo!

Exemplo de treino cognitivo

Bom, em um processo de reabilitação neuropsicológica, o treino cognitivo certamente estará presente. Observe que um processo de reabilitação, que busca evidências e melhora no dia-a-dia do paciente não poderá ser composto somente por treino cognitivo, mas sim, por estratégias compensatórias, TOR, psicoterapia, psicoeducação, desenvolvimento de habilidades, trabalho em grupo...enfim, um plano de reabilitação deve ser personalizado, coerente com as metas do paciente, mensurável e que tenha impacto no dia-a-dia. Por isso o treino cognitivo tornar-se parte do plano e não somente elemento único. Exemplos de tarefas de treino cognitivo:

Tarefa memória semântica parte 2

Tarefa de memória semântica -parte 1

Terapia de orientação para a realidade

     No processo de reabilitação neuropsicológica voltada a memória, as possibilidades de intervenção se dão através de estratégias de compensação, isto é, utilizar modalidades da memória que estejam preservadas para compensar outra modalidade ou por meio das habilidades residuais da modalidade de memória que está prejudicada, apostando em diferentes tipos de neuroplasticidade. Identifica-se que, qualquer que seja a estratégia, o objetivo é melhor a performance possível do paciente e não modificar a habilidade que o paciente possui. Por isso, torna-se fundamental conhecer a história pregressa do paciente, compreender como ele funcionou até o presente momento, quais estratégias foram utilizadas ao longo da vida.         Dentro da reabilitação neuropsicológica do idoso, uma boa estratégia é trabalhar com a Terapia de Orientação para a realidade (TOR). A TOR foi desenvolvida por James Folson, em 1968, visando a redução da desorientação e confusão nos i...

Como trabalhar memória biográfica

Dicas para reabilitação neuropsicológica Alzheimer - parte 4

Por fim, na DA grave, as alterações cognitivas são globais, fazendo com que o paciente perca a autonomia para realização das atividades de vida diária, necessitando de assistência permanente. ·   Escrita e funções motoras : organização de tarefas motoras simples, pois o comprometimento está bastante presente. ·       Memória e percepção: reconhecimento visual das características físicas dos objetos (cor, tamanho, textura), reconhecimento de objetos simples do cotidiano (objetos da casa, figuras geométricas) e tarefas autobiográficas. Manipulação de objetos do cotidiano (uso da colher, pente) através de imitação e, posterior execução. ·       Orientação espacial e autopsiquíca: reconhecimento espacial básico, como dentro e fora, aberto e fechado.

Dicas de reabilitação neuropsicológica para Alzheimer - parte 3

Na medida em que a doença progride, as alterações cognitivas tornam –se cada vez mais presentes, que se manifestam pelos quadros de agnosia, afasia e apraxia. Estas alterações implicam na dificuldade de reconhecimento de objetos, redução na nomeação de objetos e na coordenação motora. Tarefas que devem ser utilizadas: ·    Orientação temporal, espacial e autopsiquíca : organização de uma agenda ou diário, calendário preenchido com as tarefas a serem feitas (semanal) e tarefas baseadas na Terapia de Orientação à realidade. ·       Memória remota : tarefas de evocação utilizando pistas semânticas ou fonéticas. ·        Linguagem : exercícios fáceis de ditado ou cópia de frases, palavras com repetição diária. ·        Cálculo : tarefas de cálculo básico e reconhecimento de números. ·       Percepção : reconhecimento de objetos cotidianos através da estimulação dos diferentes sen...

Dicas de reabilitação neuropsicológica na doença de Alzheimer - Parte 2

A Doença de Alzheimer será utilizada como modelo, por apresentar início insidioso e curso progressivo, com declínio cognitivo que impactam atividades de vida diária. As tarefas de reabilitação neuropsicológica precisam ser estruturadas de acordo com as classificações leve, moderada e grave.  Em fases iniciais, a dificuldade de memória é a queixa mais presente, porém, outros déficits já estão instalados. Os déficits podem alterar atividades como planejamento de atividades cotidianas (fazer compras, preparar-se para uma saída, ida ao banco), dificuldade na manutenção de uma conversa, armazenar uma notícia lida ou vista na televisão, recordar nomes de pessoas próximas, consultas ou agendamentos em médicos e por fim, resolver um mesmo problema de formas diferentes. Essas dificuldades podem ser observadas no dia-a-dia como questões próprias do envelhecimento ou como manifestações da DA em fase leve. Cabe nesta fase, estruturar um trabalho com as seguintes tarefas: ·  ...